23
Dez 12

E se alguém entrasse numa livraria e quisesse falar com Charlotte Brontë porque não gostou de Jane Eyre?

 

publicado por Vera às 13:00

16
Dez 12

                                                          

(esta imagem foi tirada na net)

 

Esta é uma série espanhola que a imprensa apelida como a Downton Abbey espanhola. No entanto, as semelhanças entre esta série e Downton Abbey são quase inexistentes. Ambas têm lugar mais ou menos no mesmo ano, Downton Abbey começa em 1912, com o naufrágio do Titanic e o Gran Hotel em 1905, os últimos episódios tem lugar em 1906.
Se os espanhóis escolheram este ano porque significa alguma coisa em termos históricos ou para se afastarem da série inglesa não sei dizer.

 

O Gran Hotel é o lugar de lazer para os ricos e é propriedade da familia Alarcón. Com a morte do marido ( algo que acontece antes da série começar) D. Teresa toma as rédeas do hotel com a ajuda de Diego que é nomeado director do hotel. D. Teresa é uma mulher fria e calculista e por isso mesmo não hesita em propor à sua filha Alicia que se case com Diego para que tudo fique em família, o próprio Diego, não sendo apaixonado por Alicia, é um homem ambicioso que não se importa com ninguém a não ser ele próprio.

Alicia volta ao Gran Hotel após uma temporada em Madrid. O pai queria que ela estudasse para um dia puder ser ela a dirigir o Gran Hotel, mas a morte do pai, troca as voltas à sua ambição e ela acaba em Madrid a aprender como ser uma boa esposa e dona de casa.

Sofia, é a outra filha de D. Teresa. Ela está grávida do seu primeiro filho e teme que se a gravidez não for a bom porto o marido, Alfredo a deixe ficar. Como futuro Marquês é importante que Alfredo tenha um herdeiro. Sofia sofre ainda algum desprezo por parte da sogra por ser de família de comerciantes e não ter sangue nobre. Uma das ambições do casal é que Alfredo se torne director do Hotel.

A familia Alarcón fica completa com Xavier que sendo o único varão seria o mais indicado para assumir o comando do hotel, mas felizmente ou infelizmente ele é o típico mulherengo e bon vivant; algumas das suas aventuras acabam por render alguns risos ao longo da série.

 

O hotel tem um exército de criados que são comandados pela governanta Ursula, há muitos anos ao serviço do hotel e que consegue ser tão fria como D. Teresa. Algo que contrasta com a doçura e bom coração que o seu filho Andrés tem. Para desgosto da mãe ele é apaixonado por Bélen, uma criada ambiciosa. Os outros criados que vão aparecendo ao longo da série vão tendo uma importância pontual para a história, mas nunca se tornam personagens importantes.

 

É a este cenário que chega Julio, ele vem à procura da sua irmã Cristina. Há cerca de um mês que ela não escreve à família, ela que era muito regular nas suas cartas.

Julio não acredita quando Andres lhe conta que Cristina foi acusada de roubo e foi despedida e decide investigar. Ao ser confundido com um novo camareiro, ele aproveita este facto para se infiltrar no Hotel.

Julio acaba por ser descoberto por Alicia. Entre os dois surge uma forte atracção e é apenas nesta relação que vejo uma semelhança com a relação entre Sybill e Branson em Downton Abbey.

 

Como espectadora de séries de época é sempre bom ver outras séries que não sejam inglesas ou americanas. Primeiro porque permite alargar os horizontes e conhecermos melhor a história de um país ou mesmo os seus livros mais emblemáticos.

Contudo não estou muito contente com esta série e passo a explicar porquê. Eu sempre gostei, desde muito pequena, de séries de época e uma das coisas que me fascinou nas mesmas são precisamente os dramas que as pessoas viviam naquela época. Dramas que hoje já não fazem sentido ou que a acontecerem nos nossos dias já não têm o mesmo impacto que teriam naquela época.

Gran Hotel foca-se muito na descoberta do que aconteceu à Cristina, acabando por ter uma forte componente policial. Eu não sou leitora de policiais, mas até gosto de ver séries onde se investigam crimes ou têm mistérios que me façam estar colada ao ecrã, mas não é isso que procuro numa série de época.

Gran Hotel perde também em alguns aspectos, o primeiro e mais importante é vermos as personagens com atitudes que pessoas daquela época não teriam; por exemplo, num dos episódios, um diz ao outro: não toques nisso, vamos chamar a policia e eles tiram as impressões digitais. Já existiriam impressões digitais, mas como estavam ainda pouco divulgadas, dificilmente alguém se lembraria disso. Noutra situação vêm um vídeo, passando para trás e para a frente até verem algo suspeito. Mais uma vez naquela altura, as pessoas mal sabiam o que era o cinema, quanto mais ver um filme até descobrir alguma coisa.

Outro ponto negativo é que a série assenta muito na fórmula de personagens, à moda de telenovela, ou seja, uns são muito bons e outros são muito maus.

Estes aspectos que referi aliados ainda a uma facilidade em descobrir mais rapidamente do que seria normal acabam por tirar à série aquela beleza especial que as séries de época costumam ter.

 Não se podem apontar falhas a nível de guarda-roupa, cenários e até mesmo a prestação dos actores, contudo eu não tenho a certeza se irei voltar a ver.

Para quem quiser ver e souber um pouco de espanhol, mesmo que seja muito básico, não terá dificuldades em encontrar a série na net.

Ao todo são duas temporadas, com oito episódios e a nova começa para Fevereiro.

Para terminar um pequeno trailer.

 

 

publicado por Vera às 12:02

07
Dez 12

Desde os tempos que inventaram o cinema e mais tarde a televisão, que os livros têm vindo a ser adaptados para estes dois meios. Quase todos os livros acabam um dia no grande ou pequeno ecrã, principalmente aqueles que são populares como Jane Eyre. Apesar dos ingleses terem um mundo teatral bastante activo, são muito raras as peças de teatro que adaptam livros clássicos, talvez por existirem muitas peças de teatro para serem levadas ao palco deixe de lado estas produções ou talvez seja o excesso de adaptações quer para cinema quer para televisão.

 Há ainda alguns que tem a ousadia e a coragem de agarrar um livro e torná-lo um musical. Se não é fácil dar imagens às palavras deve ser ainda mais difícil dar-lhes música. Mas isso não tem impedido muitos de tentarem os resultados, dos que conheço, são bastantes bons.

 

Um dia no longínquo ano de 1995, Paul Gordon e John Caird começaram a trabalhar naquilo que seria um musical feito a partir da obra imortal de Charlotte Brontë. Começou como uma coisa pequena em Toronto ( quem vê Smash, sabe que não é fácil fazer um musical) e chegou à Broadway.

Pelo caminho algumas coisas foram mudando, como não podia deixar de ser.

Ao contrário de outros musicais que fazem furor no palco e vão para o grande ecrã Jane Eyre continuou apenas em palco. Teve no entanto, boas reviews e os japoneses não resistiram a levá-la para os seus palcos.

Se quiserem saber mais, por favor, vejam a página da Wikipédia: Jane Eyre, the Musical

 

Eu adoro musicais e ter tido a possibilidade, ainda que seja só de ouvir, um musical inspirado num livro que adoro, foi uma experiencia fascinante. Durante dias, ouvi pouco mais que as músicas num constante repeat.

 

As vozes de Marla Schaffel e James Barbour, que interpretam a Jane e o Rochester, são fabulosas. Tenho pena que este musical não tenha chegado aos ecrãs, mas ainda bem que não chegou porque de certeza que iam escolher actores que não sabem cantar e iam estragar o excelente trabalho dos actores de palco.

 

Se quiserem ouvir, vejam este video, o primeiro de vários que apesar de manhosos dá uma ideia do musical. O único senão destes videos é faltar a parte da infância de Jane.

 

 

 Marla Schaffel e James Barbour. Crédito da foto: Playbill

 

publicado por Vera às 13:07

17
Nov 12

 crédito da foto: Period Films&C.

 

 

Jane Eyre é possivelmente um dos livros mais adaptados da história da televisão e cinema. Contudo, não existe uma única adaptação que seja apontada pelos fãs como definitiva ou até mesmo perfeita. Todas elas contém falhas umas mais graves do que outras. Contudo, desde que estreou em 2006 esta adaptação rapidamente conquistou os fãs do livro e estabeleceu-se como uma favorita.

Produzida pela BBC e com um total de 4 episódios, esta é a adaptação que consegue duas coisas que poucas até aqui tinham conseguido: uma Jane perfeita e uma química extraordinária entre esta personagem e o Sr. Rochester. Desde esta altura que tenho acompanhado a carreira da Ruth Wilson e do Toby Stephens e nenhum deles conseguiu tanta química com outros pares que entretanto foram arranjando noutros trabalhos. Há nas cenas entre Jane e Rochester, toda uma troca de olhares, de pequenos sorrisos e uma cumplicidade que faz o espectador acreditar que eles estão apaixonados um pelo outro. Jane Eyre é uma obra que vive essencialmente de duas coisas, uma é personagem Jane e toda a sua etapa de vida desde que a conhecemos em casa da sua tia Reed e o relacionamento entre Jane e Rochester. O resto, embora tenha alguma importância apenas serve para ir alimentando o leitor ou espectador enquanto espera por uma nova cena entre Jane e Rochester.

 

Sandy Welch, responsável pela adaptação, conseguiu ser fiel à obra que Charlotte Brontë escreveu, no entanto alterou muito dos diálogos, sem no entanto fugir aquilo que é dito no original, no fundo ela acabou por modernizá-los. Outra novidade que esta adaptação tem é incluir a cena da cigana de forma alterada e fazer a cena da carruagem, coisa que não acontece em mais nenhuma adaptação. Por ter 4 episódios a série também reflecte nas diferenças entre as irmãs Reed, inimigas declaradas e nas irmãs Rivers, amigas e confidentes. A duração também permite termos uma melhor visão da família Rivers e principalmente de St. John. No entanto, falha na infância de Jane que é como na maioria das outras adaptações apressada. Saliento ainda que a adaptação consegue trazer o aspecto gótico para o ecrã e toda a desconfiança que Jane alimenta em relação a Grace Poole.

 

Falar desta adaptação não é muito fácil para mim, descobria numa pesquisa depois de ter visto a adaptação de 1943 e ter ficado encantada com a história de menina órfã e mal-amada. Na altura estava a ser emitida no Reino Unido e eu sabia que dificilmente seria emitida aqui, tal é escassez de séries deste género na nossa televisão, panorama que de resto não mudou, nem com todo o sucesso que Downton Abbey tem vindo a ter. Acabou por ser emitida dois anos depois, em 2008, quando já tinha corrido o mundo inteiro.

Até ao dia em que pude finalmente ver em dvd, devorei vídeos de algumas cenas, vídeos de música e imagens que encontrei na net. Receei que pudesse vir a estragar o visionamento, mas isso não aconteceu quando vi tudo foi amor à primeira vista e depois disso vi esta adaptação muitas vezes, com pouco espaço de tempo entre visualizações, e nunca me cansei.

 

Para terminar, deixo-vos um vídeo que promoveu na BBC esta série. Para quem não sabe o nome da música usado, é You Never Know dos Goldfrapp.

 

 
 

publicado por Vera às 15:49

16
Out 12

À primeira vista Parade's End parece uma cópia de Downton Abbey, confesso que quando vi as primeiras imagens da série foi isso que pensei. No entanto a BBC, em associação com a HBO, é mais inteligente que isso e em vez de nos dar algo igual, como seria de esperar, dá ao espectador algo diferente.

Em primeiro lugar dá-nos a possibilidade de conhecer uma das grandes obras do século XX. Parade's End está em 57º lugar na lista da Modern Library's, mas infelizmente não tem tradução para português; isto começa a ser tão comum que já deixei de dar importância a este facto.

Como dizia no inicio há nas imagens da série qualquer coisa de Downton Abbey, mas isso acontece porque o período retratado é o mesmo, mas o único acontecimento em comum é ambas as séries mostrarem a Primeira Guerra Mundial.

Com argumento de Tom Stoppard, a partir do livro escrito por Ford Madox Ford, esta série é absolutamente brilhante.

 

Tudo começa com o casamento de Christopher Tietjens, um aristocrata e Sylvia. O casamento é motivado pela gravidez de Sylvia, contudo nem ela sabe se o filho que espera é do Tietjens ou do seu amante. Apesar a da dúvida, Christopher não hesita em casar com ela. Depressa percebemos que o casamento foi um erro e Sylvia é uma mulher má, fria e absolutamente detestável. Dois anos após o casamento Sylvia foge com um dos seus amantes.

Tietjens tem nesta altura todos os motivos para se separar dela, mas em vez disso espalha a noticia que ela foi cuidar da mãe que está numas termas na Alemanha. Pouco depois Sylvia, meia arrependida do que fez decide voltar e Tiejens aceita-a de volta.

O casamento continua embora a relação seja apenas de fachada. Tudo muda quando Tietjens conhece e se sente atraído pela jovem Valentine, uma sufragista. A partir daqui, o espectador começa a pensar se Tietjens continuará com o seu casamento, se terá um caso com Valentine, se Syliva morre miraculosamente...

 

A série tem alguns enredos secundários interessantes q.b e está recheada de grandes actores como Miranda Richarson, Rupert Everett ou Rufus Sewell, isto para não falar de Benedict Cumberbacth que dá vida a Tietjens e a Rebecca Hall que é uma Sylvia perfeita.

 

 

 

publicado por Vera às 11:50

06
Out 12

Esta paródia a Downton Abbey não é uma novidade, penso que a maioria das pessoas já conhecem. Há alguns minutos passou na BBC Entertainment e eu lembrei-me de pôr aqui, para quem nunca viu.

 

 
 
 
 
 
 
publicado por Vera às 19:47

01
Out 12

Eu sei que já devia ter colocado aqui mais umas opiniões sobre as adaptações de Jane Eyre, mas outros afazeres se intrometeram e ainda não consegui. Entretanto descobri mais uma adaptação e coloco aqui o clip para verem.

Não é uma verdadeira adaptação é apenas uma pequena paródia feita pelo Saturday Night Live, mas o Jude Law até dava um Rochester decente, só precisava de pintar o cabelo :)

 

 
encontrado neste blogue: Inner Toob
publicado por Vera às 09:20

03
Set 12

 

 
 

Começo então a série de posts prometida sobre as várias adaptações do livro Jane Eyre de Charlotte Brontë que já vi. Antes de começar quero salientar que isto são apreciações das adaptações e por isso quem nunca viu e não quiser saber como é deverá evitar estes posts. No fim, farei, em principio um top das adaptações: Melhor Rochester, Melhor Jane, nesse post irei também salientar os aspectos da obra que todas as adaptações conseguiram transmitir e aqueles que todas falharam. Além das semelhanças, na forma como a cena é feita, que já detectei em visualizações anteriores.

 

Foi em 2008 que se ouviu falar de novos planos para fazer mais uma adaptação deste livro. Por essa internet fora muitas vozes se ergueram contra a ideia, na altura o mundo ainda não tinha esquecido a adaptação feita dois anos antes pela BBC.

Nesta mesma altura surgem rumores que estava a ser planeado um filme sobre as irmãs Brontë, filme que ficou pelo caminho por falta de financiamento. Aqui a indignação subiu de tom, então não há dinheiro para um filme sobre as irmãs mais famosas da literatura e há para um nova adaptação de Jane Eyre? Já não foi adaptado vezes suficientes?

A verdade é que Jane Eyre tem uma popularidade e aclamação que outros livros de Charlottë Brontë não têm e talvez por isso mais uma adaptação não faça mal.

Eu também fiz parte do grupo de indignados e mais fiquei quando às primeiras imagens que vi desta adaptação a mesma me pareceu uma cópia barata da versão de 2006. Apesar de tudo decidi dar o beneficio da dúvida e perder tempo e dinheiro a ver o filme. Além disso não queria falar mal sem ver...

Estava prestes a ser surpreendida e não sabia.

 


 
Um dos aspectos que diferencia esta adaptação é o facto de começar com Jane a fugir de Thornfield Hall. Nenhuma adaptação teve esta ideia e todas começam com Jane a esconder-se do seu primo Jonh. Foi uma boa ideia e cria no espectador a vontade de saber como é que ela chegou ali e porque fugiu ela, ainda que a maioria já o saiba.
 
Como todas as adaptações esta também não perde muito tempo na infância. Apesar de gostar da Sally Hawkins não a achei uma boa Mrs. Reed, pareceu-me que não tinha a frieza e desdém necessários. Também não fiquei particularmente contente com o Mr. Blockhurst. Já o Jamie Bell e o seu St. Jonh causam-me sentimentos opostos, se por um lado acho a sua interpretação boa, a sua aparência não corresponde ao livro. Para mim este personagem tem de ser interpretado por um actor lindo de morrer, daqueles que olhamos e pensamos, como se diz em inglês: i need my smelling salts!
Outro elo fraco foi a Miss Ingram, mas aqui calculo que não tenha sido tanto por causa da interpretação da actriz mas pelo próprio guião que não lhe deu tempo para a conhecermos. Quanto ao resto do casting gostei, apesar de não apreciar totalmente a Mia Wasikowska enquanto Jane e de achar que a sua química com Fassbender não ser muita. Há um claro destaque para Judy Dench enquanto Mrs. Fairfax mas a verdade é que esta actriz nunca erra.
Outra particularidade desta adaptação é a Adele falar muitas vezes em francês e assim aproximar-se mais do original.
 
Há no entanto, na minha opinião uma falha grave, muito grave, é omitida a história de Celine Varens. Para mim é um dos momentos chave do livro e não devia ser omitido. É através desta história que Rochester se redime aos olhos do leitor/espectador porque é capaz de cuidar de uma criança que não acredita ser sua. Quando mais tarde descobrimos que queria casar com Jane acabamos por lhe perdoar mais facilmente, além disso ter ficado com a mulher em casa em vez de a colocar num asilo também abona a seu favor. A verdade é que a própria história de Bertha ficou um bocado mal contada.
 
De uma maneira geral gostei bastante desta adaptação e como todas tem as suas falhas e os seus momentos altos. Um desses momentos é quando Jane despe o seu vestido. A rapidez com que ela despe o vestido de noiva acaba por demonstrar como o mesmo outrora simbolo da felicidade se torna um fardo, é como se vestido lhe queimasse o corpo e tendo em conta que ela ia casar enganada, o mesmo torna-se simbolo do pecado em oposição a ser um simbolo de felicidade e mais concretamente, principalmente naquele tempo, de  pureza.
 
 

 

Para terminar aqui fica um vídeo que a Sandra me enviou ontem e que pode ajudar os mais indecisos a ver esta adaptação, muito mais que o trailer:

 

 

 

 todas as imagens foram retiradas deste blogue: Periods & Films

 

 

 

publicado por Vera às 14:05

28
Ago 12

Downton Abbey é rica em personagens e as relações entre as mesmas nem sempre são fáceis de entender. Vejam esta imagem e de certeza que ficam mais esclarecidos.

 

                                                                                                                                      fonte: Edwardian Promenade

publicado por Vera às 17:05

21
Ago 12

Como qualquer pessoa que gosta de ler já tinha ouvido falar das Irmãs Brontë, contudo só quando vi um documentário sobre elas é que decidi que também eu devia ler os livros que elas tinham escritos. De todos os que escreveram foi Jane Eyre de Charlotte Brontë, o que mais me chamou a atenção.

Algumas semanas depois de ver o documentário adiquiri o livro, mas não o li logo.

Em Setembro de 2006, estava a ver a programação da RTP Memória quando vi que iam dar um filme chamado " A Paixão de Jane Eyre", fiquei intrigada porque desconhecia que existia um filme do livro que tinha na estante.

 

Liguei o televisor à hora marcada e ao fim de dez minutos estava completamente viciada e ansiosa para saber o que ia acontecer aquela menina orfã e mal amada. Hoje sei que esta versão não é das melhores mas posso-vos dizer que gostei muito dela e no dia seguinte comecei a investigar Jane Eyre e Charlote Brontë. Nas minhas deambulações descobri que naquela altura a BBC estava a transmitir uma série ( era a versão de 2006) e fiquei com vontade de ver.

Mas esta não era a única adaptação, havia muitas outras e eu tentei ver todas as que pude. Quando a Sandra falou há dias sobre a adaptação de 1943, lembrei-me de fazer uma série de posts sobre as várias adaptações que já vi. Por isso vão aparecendo por cá para irem descobrindo novas adaptações ou recordar as que já viram.

 

imagem daqui
 
 
 
publicado por Vera às 13:10

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